Arthur I. (Arthur Irving) Bloomfield.

Monetary policy under the international gold standard, 1880-1914 online

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16 d'espessura as,
OS K
)0 m. q. de forn

Ihaao ;
)2 m. c. d argams
4i5); .

h. de pedreiro;

h. de trabalhac
7m metro quadn
^egimejitos.

30 m. q. de laged

31 m. c. d argams
h. de pedreiro
h. de trabalhac

Urn metro quadrai
nmenios, assente
mra.

30 m. q. de laged

34 m. c. de pedra

36 m. c. d argams

41 5);

h. de pedreiro

h. de trabalhac



Drro for gateado, cal
irrendo ds bases n.°» i



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i35



N.® 428 — Um metro quadrado de lagedo com jun-
tas agiientadas on de marmorepreto e branco de
forma quadrada ou octogonal em pavimentos,
assertte sobre leito com o^\o8 d'espessura.
1,00 m. q. de lagedo;
0,04 m. c. de pedra d'alvenaria ;
0,06 m. c. d'argamassa (como na base n.®

41 5);
2,5 h. de pedreiro;
2,5 h. de trabalhador.
N.** 429 — Um metro quadrado de lagedo de cabe-
cinha assente em capeamentos.
1,00 m. q. de lagedo;
0,02 m. c. d'argamassa (como na base n.*^

4i5);
3 h. de pedreiro;
3 h. de trabalhador.
Se o lagedo for gateado, calcular-se-ha a des-
peza com os gatos, recorrendo as bases n.^* 406 a
408; se o lagedo for emmalhetado, contar-se-ha com
mais 0,1 5 m. q. de lagedo para malhetes, 2 k. de
cimento e 4 h. de canteiro.

N.*^ 43o — Um metro quadrado de lagedo assente em
cobertura d aqueduct os»

1,00 m. q. de lagedo;

0,01 m. c. d'argamassa (como na base n.°

4i5);
2 h. de pedreiro;
2 h. de trabalhador.

N.° 43 1 — Um metro quadrado de cascoes assentes
em cobertura d'aqueductos.
1,00 m. q. de cascoes;
0,04 m. c. de pedra d'alvenaria;
o,o3 m. c. d'argamassa (como na base n.**

4i5);
2 h. de pedreiro;
2 h. de trabalhador.



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i36



N.® 432 — Urn metro qiiadrado deperpeahho assente
em parede K

1,10 m. q. de perpeanho;

0,04 m. c. d'argamassa (como na basn. ^

41 5);
3 h. de pedreiro;
3 h. de trabalhador.
N.® 433 — Demolicdo de i metro cubico de cantaria^
comprehendendo o trausporte a ic^ e arruma-
cao.

8 h. de pedreiro;
12 h. de trabalhador.
N.^ 434 — Demolicdo de i metro cubico de cantaria
entre ^iiatro lados que se conservam e em su-
perjicie inferior a 2 metros quadrados.
16 h. de pedreiro ou de canteiro;
12 h. de trabalhador.

ARTIGO 5.-»

J\.saeiitaixiento de cantaria em txineis

Observacao geral. — Em todas as bases d'este
artigo se deve contar com 10 % dos jornaes para
ferramentas.

N.® 435 — Um metro cubico de cantaria assente em
Jiadas no revestimento de pis-direitos em tuneis.
1,0 m. c. de^antaria apparelhada;
0,1 m. c. d'argamassa (bases n.°* 275, 282^

294, 298, 3o2 a 3o6 e Soy a 3 12);
Transporte de cantaria desde o deposito
ate ao local do emprego — Vide capi-
tulo I ;



* Se OS perpeanhos forem ligados por meio de pernes^
calcular-se-ha a respectiva despeza, recorrendo as bases n.<*»
4o3 a 405 inclusive.



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- i37_

Elevar ou arrear a cantaria : applicar a for-
mula 38 do § 5.° artigo 17.° do capi-
tulo I;
10 h. de pedreiro;
10 h. de trabalhador.
N.® 436 — Um metro cubico de cant-aria assente em
Jiadas no rei^estimento de pes-direitos de tuneis
em substituicdo d'oittras, em grande extensao
e com o embaraco do escoramento.

1,0 m. c. de cantaria apparelhada;
0,1 m. c. d'argamassa (como na base n.^
435);
* Transportar desde o deposito e elevar ou
arrear a cantaria : como na base n.^
433;
1 5 h. de pedreiro;
ID de trabalhador.
N.* 437 — Um metro cubico de cantaria assenfie em
abobadas on em Jiadas nos pes-direitos em sub-
stituicdo d'outras em pequena extensao, em tu-
neis e com o embaraco do escoramento,
1,00 m. c. de cantaria apparelhada;
0,11 m. c. de argamassa (como na base

n.«435);
Transportar desde o deposito e elevar ou
arrear a cantaria : como na base n.^
435;
20 h. de pedreiro;
20 h. de trabalhador.
N.** 438 — Demolicdo de um metro cubico de can-
taria em aSobadas ou pes-direitos de tuneis,
em grande extensao e com o embaraco do esco-
ramento, incluindo o carregamento da cantaria
em wagons.

6 h. de pedreiro;
12 h. de trabalhador.
N.** 439 — Demolicdo de um metro cubico de cantaria
em abobadas ou pes-direitos de tuneis, em peque-
na extensao e com o embaraco do escoramento.



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1 38



o carvegamento da cantaria em tva-

de pedreiro ou de canteiro;
de trabalhador.



ARTIGO 6.°

euros cle caes, x*evestimexito de mollies,
abriffo, cle docas de repara^fto,
>Ianos inelinados, mnros de levadas,
^ndesy maraclioesf etc.

► GERAL — Em todas as bases d'este
contar com lo % dos jornaes para



vietro cubico de cantaria assente em
construccdo, ate lo metros de profun-
lixo do baixa-mar daguas vivas ou
d'estiagem, d'alicerces de muros de
olhes, varadoiiros, pianos inclinados,
leio de mergulhadores.
L. c. de cantaria apparelhada;
I. c. d'argamassa (bases n.®' 272, 279,
288 e 3oo a 304) ;

porte da cantaria desde o deposito
ate ao local do emprego — Vid^ ?^pi*
tulo I ;

r a cantaria: applicar a formula 38
do § 5.® do artigo 17.** do capitulo I;
de trabalho de mergulhador de-
baixo d'agua;

de trabalhador.
metro cubico de cantaria assente em

construccdo, abaixo do baixa-mar
ivas ou da linha destiagem, em
mcontros de pontes e viaductos e em
caes, de mothes, varadouros, pianos

soleiras e muros de docas, acudes,
levadas, marachoes, etc., em recintos



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1,0 m. c. de cantaria apparelhada:
o,i m. c. d'argamassa (bases 11.^*273, 274,
280, 281, 290, 293, 297, 3oo a 3o5,
307 a 309 e 3ii):
Transportar desde o deposito e arrear a

cantaria: corao na base n.® 440;
8 h. de pedreiro ;
81 '^^ h. de trabalhador.
N.** 442 — Um metro cubico de cantaria assent e em
fiadas de revestimento, entre as linhas do baixa-
mar e do preamar d'agnas vwas, em muros de
caes, mothes, varadouros^ pianos inclinados,
muros de docas, muros d'abrigo, etc.^
1,00 m. c. de cantaria apparelhada;
o,i5 m. c. d'argamassa (base n.*^ 273);
Transportar desde o deposito e arrear a

cantaria : como na base n.*' 440 ;
10 h. de pedreiro;
lo h. de trabalhador;
5o ® dos jornaes para gratificacao aos
operarios por estarem expostos a
agua.
N.* 443 — Um metro cubico de cantaria assente em
Jiadas de revestimento oii em capeamentos, acima
do vreamar d'aguas vivas, em muros de caes,
mothes, varadouros, pianos incli?iados, muros
de docas, muros d'abrigo, ou em acudes e leva-
das acima da linha d'agua, etc,

1,0 m. c. de cantaria apparelhada;
0,1 m. c. d'argamassa (oases n.®* 273 a
275, 280 a 282, 290, 298, 3oo a 3o5
e 307 a 3 it);
Transportar desde o deposito e arrear a

cantaria: como na base n.** 440;
8 h. de pedreiro;
8 h. de trabalhador.
N.*^ 444 — Um metro cubico de cantaria assente em
Jiadas, ati a profundidade de /™ abaixo da
linha d'agua, em muros de acudes, levadas,
etc.



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140

1,0 m. c. de cantaria apparelhada;

0,2 m, c. d'argamassa (oases n.*^' 272, 279,

288 e 3oo a 3o4);
Transportar desde o deposit© e arrear a

cantaria: como na base n,® 440;
12 h. de pedreiro;
12 h. de trabalfiador;
5o Vo dos jornaes para gratificacao aos ope-
rarios por trabalharera mettidos em
agua.
N.° 445 — Quaiido a cantaria for assente emjiadas,
eni substituicdo d'oiitras em grandes ex/ensoes,
mas com o embaraco do escorametito, depe-se
augmentar 5o % os jornaes das bases n.^^
4^ a 444 inclusivd e dobrar os mesmos jqr-
naes, sc a substituicdo seji^er em pequenas ejc-
tensoes.

N.® 446 — Demolicdo d'um metro cubico de cantaria
abaixo do baixa-mar daguas vivas ou da Itnha
d'estiagem, ate d profimdidade de 8 metras,
empregando mergidhadores.

10 h. de trabalho de mtrgulhador debaixo

d'agua;
Elevacao, carregamento da cantaria e seu

transporte : como na base n.** 440 ;
6 h. de trabalhador para limpeza, des-
carga e arrumacao.
N.** 447 — Demolicdo dum metro cubico de cant aria.
ate a profundidade de /™ abaixo da Imha.
d'agua.

6 h. de pedreiro ou de canteiro;

8 h. de trabalhador, sendo 2 h. para liai-

peza e arrumacao;
5o % dos jornaes supra para gratificacao aos
operarios por trabalharem metticlos em
agua;
Elevacao, carregamento da cantaria e sen
transporte: como na base n.® 440.
N.^ 448 —Demolicdo dum metro cubico de cantarict



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HI



cjitre as linhas do baixj-mar epreamar d'aguas
vivas.

5 h. de pedreiro ou canteiro;

7 h. de trabalhador, sendo 2 h. para lim-

peza e arrumacao;
5o ®.o dos jornaes supra para gratificacao
aos operarios por trabalharem expostos
d agua;
Elevacao, carregamento da cantaria e seu
transporte : como na base n.® 440.
N." 449 — Demolicdo dum metro cubico de cantaria
acima do preamar d'aguas vivas on abaixo
d'este nivel eni recintos exgottados.
4 h. de pedreiro ou de canteiro;

6 h. de trabalhador, sendo 2 h. para lim*

peza e arrumacao;
Elevacao, carregamento da cantaria e seu
transporte: como na base n.** 440.
N.** 430 — Quando as demolicoes, a que se referent
as bases n.^ 4^ a 44g inclusive, tiverem logar
em siiperjicies inferiores a 2 metros quadrados,
deve-se augmentar 5o ^q as jornaes aas mesmas
bases.

ARTIGO 7.**

JtCerecluumento de jixnta« em canta^-itt

Observacao ger.\l. — Em todas as bases deste
anigo se deve contar com 3 *• dos Jornaes para
ferramentas.

}s,^ J^5l—Refechameflto de urn metro corrente de
juntas emparamento liso de cantaria "^^''- -
o.ooi m. c. dareamassa i bases n. ^ ^
273,2 c^, I02, 207. 3o», 3or, e 3 1 I > ,
0.2 h. de pedreiro;

0-2 h. de trabalhador. .

^Pj^z — Refechamento dum metro coin^ente



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ecr by GoO^rc



t



142

juntas em paramento, com molduras, de cantaria
nova.

0,0012 m. c. d'argamassa (como na base
n.°45i);

0,3 h. de pedreiro;

0,3 h. de trabalhador.
N.° 453 — Refechamento d'lim metro corrente de
juntas em lagedo novo on em cantaria nova, em
paramento ae miiros de caes, de molhes, vara-
dotiros, pianos inclinados, muros de docas, mu-
ros d'abngo, acudes, mii^-os de levadas, mara-
choes, etc, acima do nivel do preamar d'agiias^
vivas ou da estiagem.

0,001 m. c. d'argamassa (bases n.®* 273^
290, 3o8, 309 e 3 11);

0,2 h. de pedreiro;

0,2 h. de trabalhador.
N.° 454 — Refechamento d'um metro corrente de
juntas em paramento de cantaria nova, em pi-
lares e encontros de pontes e viaductos e em
muros de caes, de molhes, varadouros, pianos
ijiclinados, soleiras e muros de docas, acudes,
muros de levadas, marachoes, etc., abaixo do
nivel da estiagem ou do baixa-mar d'aguas
vivas em recintos exgottados.

0,001 m. c. d'argamassa (bases n.^' 273,
274, 280, 281, 290, 293, 297, 3ooa
3o5, 307 a 309 e 3 11);

0,2 h. de pedreiro;

0,2 h. de trabalhador.
N*° 455 — Refechamento dum metro corrente de
juntas em cantaria nova em paramento de muros
de caes, de molhes, varadouros, pianos inclina-
dos, muros de docas, muros dabrigo, etc., entre
OS niveis do baixa-mar e do preamar d'aguas
vivas.

0,00 1 5 m. c. d'argamassa (base n.® 272);

0,3 h. de pedreiro;

0,3 h. de trabalhador.

5o Vo dos jomaes para gratificacao aos



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144

o,3 h. de trabalhador.
N.^460 — Refechamento dum metro coi^eiite de
juntas de cantaria ifelha, em paramento de
muros de aes, de molhes, varadouros, pianos
inclinados, muros de docas, mtiros dabrigo, etc.,
entre os niveis do baixa-mar e do preamar
daguas vivas, iiicluindo o alegramento das
ftmtas.

0,0023 m. c. dargamassa (base n.** 272);
0,45 h. de pedreiro;
0^6 h. de trabalhador;
60 % dos jornaes para eratificacao aos
operarios por trabalharem expostos
d agua.
N.® 461 — Refechamento de juntas em um metro qua-
dradado de paramento liso de cantaria nova,
0,006 m. c. d'argamassa (como na base n.**

45i);
2 1. dagua;

1,2 h. de pedreiro;
1,2 h. de trabalhador.
N.° 462 — Refechamento de juntas em um metro qua-
drado de paramento*, com molduras, de cantaria
nova.

0,0072 m. c. dargamassa (como na base

n.M5i);

2 1. dagua;

1,8 h. dejxedreiro;

1,8 h. de trabalhador.
N.^ 463 — Refechamento de juntas em um metro qua-
drado de lagedo novo ou de paramento de can-
taria nova, em muros de caes, de molhes, de
varadouros, phnos inclinados, muros de docas,
muros d'abngo, acudes, muros de levadas^ ma-
radioes, etc., acima do nivel do preamar d'aguas
vivas ou da estiagem.

0,006 m. c. d'argamassa (como na base n.®
453);

2 1. dagua;

1,2 h. de pedreiro;



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14:^

1,2 h. dc trabalhador.
N. " 4r>4 — Refechamento de juntas em inn ffietro qua-
L^rado de paramenia de cantavia nova em piLi-
res c encontros de pontes e viadudos e em mn-
ros de caes, de molhes, raradouvos, pianos incli-
nados, soleiras e muros de docas, etc., abaixo
do m'vel da estiagem on do baixa-mar dapnas
7'iras, em recintos exixottados.

0,006 m. c. d'argamassa (como na base
n.'^4?4);'

2 I. dagua;

1,2 h. de pedreiro;
1,2 li. de trabalhador. .
N." 4G3 — Refechamento de juntas em um ynetro qua-
drado de paramenia de cantaria nova em mu-
ros de caes, de molhes, varadouros, pianos incli-
dos, ?nnros de docas, muros dabrif^o etc., entre
OS iiiveis do baixa-mar e do preamar d'af^^uas
7'iras.

o,ooi) m. c. d'argamassa (base n.^ *^7*^);
I ,S h. de pedreiro;
I ,S h. de trabalhador;
5o ®.o dos jornaes para gratificacao aos ope-
rarios por estarem expostos a agua.
\." 4G0 — Refechamento de juntas em um metro qua-
drado de piramento Usd de cantaria velha,
ijiclniiido o ale pi;'^ anient a das juntas.

0,009 m. c. d'argamassa (como na base
n."43i);'

3 I. d'agLia;

i,S h. de pedreiro;
1,8 h. de trabalhador.
X." 4<^7 — Refechamento de juntas em um metro qua-
drado de paramenia, com molduras, de cantaria
relha, incluindo o aletxramento das juntas.

0,0102 m. c. d'argamassa (como na base

n." 4?! );
3 1. d'agua;

2,7 h. de pedreiro;



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^"i*?Piier-



146

2.7 h. de trabalhador.

N.** 468 — Refechamento de juntas em urn metro qua-
drado de lagedo velno ou de paramento de
cantaria velha em muros de caes, de molhes,
' varadouros, pianos inclinados, muros de docas,
muros d'abrtgo, acudes, muros de levadas, ma-
rachoes, etc, acima do nirel do preamar d'aguas
vivas ou da estiagem, incluindo o alegramento
das juntas.

0,009 m. c. d'argamassa (como na base n.''
453);

3 1. d'agua;

1.8 h. de pedreiro;
1,8 h. de trabalhador.

N.° 469 — Refechamento de juntas em um metro qua-
drado de paramento de cantaria velha, em pi-
lares e encontros de pontes e viaductos e em
muros de caes, de molhes, varadouros, pianos
iftclinados, soleiras e muros de docas, acudes,
muros de levadas, marachoes, etc., abaixo do
nivel da estiagem ou do baixa-mar daguas vi-
vas em recintos exgottados, incluindo o alegra-
mento das juntas.

0,009 ^' ^' d'argamassa (como na base n.'^

4^4);

3 1. d'agua;

1,8 h. de pedreiro;

1,8 h. de trabalhador.
N.® 470 — Refechamento de juntas em um metro
quadrado de paramento de cantaria velha em
muros de caes, de molhes, varadouros, pianos
inclinados, muros de docas, muros d'abrigo,
etc., entre os niveis do baixa-mar e do prea-
mar d'aguas vivas, incluindo o alep^amento
das juntas.

o,oi38 m. c. d'argamassa (base n.° 272);

2,7 h. de pedreiro;

2,7 h. de trabalhador;

5o % dos jornaes para gratificacao aos



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HI

operarios por trabalharem expos-
tos a agua.

CAPITULO EX

A-lT-cnairias

ARTIGO i.o

Ooxistrac^&o d^enseccadeiras com terra arfi:illosa.
JiLlvenaria de taipa

Observacao geral. — Em todas as bases d'cste
artigo se deve contar com 5 % dos jornaes para
ferxamentas.

N.'* 471 — Um metro cubico de terra argillosa em
emeccadeiras.

1,333 m. c. de terra argillosa;

600 1. d'agua;

Conduccao ao local do emprego a distan-

cia media de. . . — Vide cap. I;
10 h. de trabalhador para preparacao,
carregamento em carros, descarga
e immersao.
N.^ 472 — Const ruccdo dum metro cubico de alve-
naria de taipa em muros ate a altura media
de j'^,4.^

1,25 m. c. d'argamassa de barro (bases

n.®* 245 a 25 1);
4 h. de taipeiro ou apiloador;
4 h. de trabalhador,
N.^ 473 — Qiiando a alvenaria, a que se refere a
base n.^ 4j2, tiver vdos ou aberturas que cau-
sem sujeicdo na construccao, augynentar-se-ha a
mesma base com jo % do joryial de taipeiro,
N.** 474 — Qiiando a alvetiaria, a que se referem as
bases w.°' 472 e 4j3, tiver mais de 1^,4 daU
tura midia, augrtxentar-se-ha as mesmas bases
com 0,5 h. de taipeiro ou apiloador e i h. dc



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Irabalhadov par cada lanco a luais com 1^,4
d alt lira,
N/^ 475 — Demolicao dum metro cubico dalvenj-
ria de taipa.

2 h. de trabalhador.
Se a dcmolicao tiver logar a altura superior l
I "',4, contar-se-ha com i h. de trabalhador por cad:.
lanco a mais com i"\4 d'altura.

ARTIGO 2."

-i^VlvenariaH <le i>t*ilrrt seoca cm eusossa

Obshrvacao (iKRAL. — Em todas as bases d'este
artigo se deve contar com 5 *y<' ^^^ jornaes para
ferramentas.

N."" 476 — Constvuccdo d'um metro cubico d'alremi-
ria de pedra secca on eusossa em muros com
um so paramento visio e o^\4 d'espessura, ate
a altura media de 1^,4^

1,1 m. c. de pedra dalvenaria;

7.0 h. de peclreiro;
4,3 h. de trabalhador.

N.*^ 477 - Const ruccdo d'um metro cubico d'alreua-
ria de pedra secca ou eusossa em muros cotn
um so paramento visto e ()"\4 a o'",rt d'espes-
sura, ate a altura media de /'",-/.

1.1 m. c. de pedra dalvenaria;
6,5 h. de pedreiro;

4,3 h. de trabalhador.
N."^ 478 — Construccdo d'um metro cubico dalvena-
ria de pedra secca ou eusossa em muros com
um so paramento visto e 0^,6 a 0"^,^ cTespeS'
sura, ate a altura media de /™,^.

1,1 m. c. de pedra dalvenaria;

6,0 h. de pedreiro:

4,3 h. de trabalhador.
N.^ 4.7 ) - Construccdo d'um metro cubico dalvena-
ria de pedra secca ou eusossa em muros con:



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I4U



inn so paramejito visto e </",<? a /""/; d'c^pcs-
sura, ate a altuva media de i"\4.

!,i m. c. dc pcdra d'alvcnaria;
5,3 h. de pedreiro;
4,5 h. de trabalhador.

N-" 480 — Constvuccdo dum metro cubico d\ilrcTLi'
rt'a de pedra secca on emos$a em muros com
um so parameuto visto e fjiais de i ' d'espes- .
sin\7, ate a altuva media de i^^\4.

1,1 m. c. de pedra d"alvcnaria;

5.0 h. dc pedreiro;
4,5 h. de trabalhador.

N/' 4'Si~ Construccdo d'um metro cubico d\ilvena-

ria de pedra secca on ensossa em massicos, scm

paramentos vistos (alicerces, ejichimcjilus dc

ri7is d'abobadas, etc.) ate a altura media dc

/ ,4.

1.1 m. c. de pedra alvcnaria;
4,5 h. de pedreiro;

4,5 h. de trabalhador.

N.^* 48-2 — Construccdo d'um metro cubico d\i!j\'ua-
ria de pedra secca ou oisossa em rerc'^timent(»
dc taludes d'aterro (pedrados) ate a aliura me-
dia de i''\4.

1,1 m. c. de pedra d'alvenaria;
7,0 h. de pedreiro;
4,5 h. de trabalhador.
N/* 483 — Construccdo dum metro cubico d'cdroui-
ria de pedra secca ou ensossa, apparelhada,
em abobadas cylindricas.

1,3 in. c. de pedra grossa d'alvenariii :,
• Klevacao da pcdra a altura media de...

—Vide art. 18.^ do cap. I;
12 h.-de pedreiro;
6,5 h. de trabalhador.
N.^ 4S4 — (Jonstruccdo dum metro cubico dairoia-
ria de cuuhaes apparelhados e assented, em sccc(k



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i5o



em muros com dots paramentos vistas e 0^,4
d'espessura, ate a altura media de f^,4 *.

25 cunhaes com 0^,22 X o°*,22^X o°',7o

(silhares);
25 cunhaes com o",22 X o'^,22 X o%5o

(cruzetas);
5,0 h. de canteiro;
6,0 h. de pedreiro;
6,5 h. de trabalhador.
T^.^ 485 — Construccdo d'um metro cubico d'ah^ena-
via de cunhaes apparelhados e asseiites, eni sec-
CO, em muros com dois paramentos pistes e 0^,4
a 0^,6 d'espessura, atd a altura m^dia de 1^,4.
25 cunhaes com o"*,22 X o™,22 X o°*,70

(silhares);
25 cunhaes com o™,22 X o",22 X o",5o

(cruzetas) ;
5,0 h. de canteiro;
6,5 h. de pedreiro;
6,5 h. de trabalhador.
N.° 486 — Construccdo dum metro cubico dalvena-
ria de cunhaes apparelhados e assentes, em sec-
co, em muros com dois paramentos vistos e 0^,6
a 0^,8 despessura, ate a altura media de 1^,4^
25 cunhaes com 0^,22 X o™,22 X o°*,7o

(silhares) ;
25 cunhaes com o"*,22 X o"*,22 X o™,5o

(cruzetas) ;
5,0 h. de canteiro;
5,0 h. de pedreiro;
6,5 h. de trabalhador.
N.° 487 — Construccdo dum metro cubico dalvena-
ria de cunhaes apparelhados e assentes, em sec-
CO, em muros com dois parameiitos vistos e 0^,8
a 1^,0 despessura, ate a altura midia de 1^,4^



^ Este genero de construccao e empregado nas ilhas dos
Acores. O cunhal corresponde exactamente ao que os fran-
cezes denominam moellon.



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"T v^gm "i '.i fiw^'^^^'-^'"



IDI



25 cunhaes com o",22 X o™,22 X 0^,70

(silhares ) ;
25 cunhaes com o,™22 X o™,22 X o*",5o

(cruzetas);
5,0 h. de canteiro;
4,5 h. de pedreiro;
6,5 h. de trabalhador.
N.^ 488 — Construccdo d'wn metro cubico cTahena-
via de cunhaes apparelhados e assentes, em sec-
CO, em muros com dois paramentos vistos e mats
de /"* d'espessura, ate a altura midia de 1^,4.
25 cunhaes com o™,22 X o™,22 X o*",70

(silhares);
25 cunhaes com o™,22 X o°*,22 X o™,5o

(cruzetas) ;
5,0 h. de canteiro;
4,0 h. de pedreiro;
(5,5 h. de trabalhador.
N.^ 489 — Construccao d'ltm metro cubico d'alvena-
rta de cunhaes apparelhados e assentes, em sec-
CO, em abobadas cylindricas,

25 cunhaes com o"^,22 X o'",22 X 0^,70

(silhares) ;
25 cunhaes com o'",22 X o™,22 X o",5o

(cruzetas) ;
Elevacao da pedra d altura media de —

— Vide art. 18.^ do capitulo I;
7,0 h. de canteiro;
'^,0 h. de pedreiro;
6,5 h. de trabalhador.
N.^ 490 — Construccao dtim metro ciibico d'alvena-
via de cunhaes desbastados e assentes, em secco,
em muros com um so parame?ito visto e cf^,4
d'espessura, ate a altura media de 1^,4.

1 7 cunhaes com o°\22 X o",22 X 0^,70

(silhares);
17 cunhaes com o°^,22 Xo°*,22Xo'",5o

(cruzetas) ;
0,2 m. c. de pedra dalvenaria;
7,0 h. de pedreiro;



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4,D h. de trabalhadur.

401 — ■ Cojistriiccdo d'um metro cnbico d'alrcn.x-

via de cujihacs desbastados e asseiites, vm seccr,

em muros com um so paramento risto e o'",^ c:

o'",^ d'espessum, ate a ciltura media de j"\4.

1 7 cunhaes com o"V22 X o"',22 X' o'^.y* •

(silhare;^);
1 7 cunhaes com ()"V22 X o"'.22 X o"'.S •

( cruzctas I ;
0,2 m. c. dc pcdra d"alvenaria;
(),5 h. de pcdreiro;
4,5 h. de trabalhador.
4()2 — Constntccdo d'lim metro ciibico dah'eiu:-
Ha de cunhaes desbastados e asseiites, em secc^ ,
on muros com um so paramento visto e o''\if .:
c/"VV d'espessura, ate a altura media de /"',-_.
17 cunhaes com t)"'.22X o"',22 X'o'",;

(silhares);
1 7 cunhaes com ()'",22 X o"',22 >C o'".?

(cruzctas);
0,2 m. c. de pcdra d'alvenaria;
6.0 h. de pcdreiro;
4,5 h. de trabalhador.
' 4o3 — Construccdo d'um metro cubico d\i!reu.:
ria de cunhaes desbastados c assentes, em setc <,
em muros com um sd paramento risto e o"',rV .:
y"',o d'espessura, ate a altura media de /'",^.
1 7 cunhaes com ()"V22 X o"',2"-i X < >"'r7 •

(silhares);
17 cunhaes com ()"V22 X o"V - X o'".:.

(cruzetasi;
0,2 m. c. de pedra d'alvenaria;
3,3 h. de. pcdreiro ;
4,3 h. de trabalhador.
• 4(^ — Construccdo d'um metro cubico d'alreu.'
ria de cunhaes desbastados e assentes, em secc' ,
em muros com um sd paramento visto e )na::
de /'" d'espessura, ate a altura media de i''\J.
17 cunhaes com o"V22 X o'",2- X o"'.T"
(silhares) ;



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1 7 CLinhacs com o"V - X o"\22 X C)'",5(/

icruzetas);
0.2 m. c. de pedra d'alvcnaria;
bj) h. de pejrciro;
4,5 h. de trabalhador.
X." 4^)3 — Cousiruccdo dttm inctro citbico d'alvLnui-
via de citnhaes deshastados c assentes, em secco,
em massicos scjfi parafneuios j'istos (alicerccs,
enchimento de n'ns d'ahobadas, etc.) ate a cil-
iiira media de i''\4.

1 7 cunhaes com ()"V - X o"',22 X o'".7o

(silharcs»;
17 cunhaes com o'",22 X o"V22 X o"',rc»

( cruzetas 1 ;
0.2 m. c. dc pedra d'alvcnaria;
4,5 h. de pedreiro;
4,5 h. dc trabalhidor.
X." 41 )() - - Const ntccdo dimi metro cuhico d\ilreiL:~
r/47 de cinilues deshastados e asseiites, em secco,
no vevestimenlo de taludes d\iterro fpedradosj
ale a altuva media de i''\4^

42 cunhaes com o"V-22 X o"',22 X o"':?<>

( cruzetas );
o;2 m. c. de pedra d'alvenaria;
7,0 h. de pedreiro;
4,5 h. de trabalhador.
X/* 4.'_)7 — Quaiido as ajj^ejiarias, a que se re/'ercm
as bases ;/."* ^76' a ^So, 484 a 4(S'(\ e 4g() a 4[;4,
tenham mais pavamentos ristos qiieos nellaspre-
vistos, augmeutar-se~ha as mesmas bases com
0,5 h. de pedreiro por cada paramento visto a
jiiais.
X." 4cvS— Quajido as ali'enarias, a que se referem



Online LibraryArthur I. (Arthur Irving) BloomfieldMonetary policy under the international gold standard, 1880-1914 → online text (page 8 of 34)